Partindo do pressuposto de que o Plano de Acção da BE se cruza com o Projecto Educativo da Escola, que as metas da BE se concretizam nas metas da escola, que a missão da BE reforça a missão da escola, estarão encontradas as verdadeiras premissas para uma relação de complementaridade entre a auto-avaliação das BE e a avaliação externa da escola.A partir daqui é necessário definir o processo metodológico de inclusão da BE nessa avaliação.
Primeiro é necessário divulgar, junto das direcções das escolas bem como das equipas de auto-avaliação das mesmas, o relatório final da auto-avaliação da BE (com as respectivas indicações para a avaliação externa das escolas, por domínio de intervenção da BE) para fazer constar nos documentos a enviar à IGE (Campos de Análise).
De seguida é importante fazer constar nos documentos de preparação dos painéis com a IGE (Domínios de Avaliação) o contributo da BE para os mesmos.
Finalmente, é de todo obrigatório incluir a representação do coordenador da BE no painel com a IGE relativo às estruturas pedagógicas da escola.
Mesmo assim, será que seguindo todo este processo o relatório de avaliação externa da escola (da IGE) conseguirá atribuir à BE o verdadeiro papel que esta desempenha no actual quadro de implementação do seu Modelo de Auto-avaliação?

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